quinta-feira, 23 de março de 2023

“Carnaval Salvador 2023”

“Atualizações dos canais de televisão”

Salvador Histórias Da Nossa Aldeia TV

 

“Salvador Histórias Da Minha Aldeia” acaba de atualizar os seus “Canais de Televisão” no YouTube e no MEO/KANAL com o filme: “Carnaval Salvador 2023”

Para ver o vídeo no YouTube, clique no link:

https://www.youtube.com/@salvadorhistoriasdaminhaaldeia

Para ver o vídeo no MEO/KANAL, para quem possuir o MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, “inserir o código 923516”, e ver neste canal, este e outros filmes, podendo consultar toda a nossa programação.

Bons momentos…


“Atualizações dos canais de televisão” com o filme: “Temos artista – Flávio Simão”



Salvador Histórias Da Nossa Aldeia TV

“Salvador Histórias Da Minha Aldeia” acaba de atualizar os seus “Canais de Televisão” no YouTube e no MEO/KANAL com o filme: “Temos artista – Flávio Simão”

Para ver o vídeo no YouTube, clique no link:

https://www.youtube.com/@salvadorhistoriasdaminhaaldeia

Para ver o vídeo no MEO/KANAL, para quem possuir o MEO, pode aceder carregando na tecla verde do comando, “inserir o código 923516”, e ver neste canal, este e outros filmes, podendo consultar toda a nossa programação.

Bons momentos…

segunda-feira, 20 de março de 2023

“Poetas da nossa terra…”


“Poetas da nossa terra…”

 

Por: José Morais

Recentemente falamos de Albertino Calamote, mostrando um pouco da sua história, é certo que muito mais existe para contar e dizer do mesmo, a seu tempo o iremos revelar.

Hoje, escolhemos mais uma façanha deste ilustre Salvadorense, já que a poesia também é uma das suas virtudes, as quais iremos revelar mais das mesmas aqui, e posso dizer que possui sem dúvida muitos e lindos poemas.

No lugar à poesia de hoje escolhi o poema “Quisera…”, espero que gostem, e estejam atentos que em breve iremos divulgar muitos mais.

 

Às vezes, lugar Poesia...

 

Quisera…

 

Quisera ter um portentoso verso

Que invertesse o andamento do mundo,

Que me levasse este sofrer profundo

E subjugasse o meu destino adverso.

 

Quisera que o meu Eu fosse diverso:

Esguio e alto (e não baixo e rotundo);

Jovial, alegre (não meditabundo):

Conjugar em mim o génio disperso!

 

Quisera que pudesse estar contigo

No mau alto, vogando a todo o pano

Até onde encontrássemos abrigo

 

Onde calar o meu canto profano…

- Para mim bastava como castigo

A doce ilusão deste puro engano!

 

Poema de Albertino Calamote, “Dor e Poesia”, Edições Colibri 1999